Policiais "precisaram" usar gás de pimenta contra os manifestantes.
Sérgio Vieira
Intenção dos manifestantes é permanecer no local até a reunião com o secretário de Educação
Policiais militares do Batalhão de Choque foram enviados para o local e chegaram a usar gás de pimenta na tentativa de conter a entrada dos manifestantes, que, mais cedo, se posicionaram nas escadarias da Alerj (Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro).
Às 13h15, coordenadores do Sepe (Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação) foram recebidos pelo subsecretário da pasta. Parte do grupo de manifestantes deixou o prédio, se concentrando na rua da Ajuda, no centro, em frente à sede.
Mais de duas horas após a ocupação, cerca de 50 pessoas ainda aguardavam a presença do secretário Estadual de Educação, Wilson Risolia Rodrigues. Até as 15h48, ele não havia aparecido para conversar com os manifestantes.
O Sepe conseguiu na Justiça uma liminar no último dia 7 que impede que o governo estadual desconte os dias não trabalhados nos salários dos profissionais de educação, que estão em greve desde o início de junho. A decisão pede também que o dinheiro, que eventualmente tenha sido descontado, seja devolvido.
Na semana passada, os professores fizeram uma manifestação que reuniu cerca de 4.000 pessoas, segundo a Polícia Militar, no Largo do Machado, na zona sul do Rio. De lá, eles seguiram até o Palácio Guanabara, sede do governo estadual, e retornaram para Laranjeiras, onde, em assembleia, decidiram manter a greve.
Fonte: R7
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"Artigo XIX
Todo homem tem direito à liberdade de opinião e expressão; este direito inclui a liberdade de, sem interferências, ter opiniões e de procurar, receber e transmitir informações e idéias por quaisquer meios e independentemente de fronteiras." (destacado do original).